Uma disciplina que cursei no primeiro semestre de 2016, fazendo Direito no Instituto Metodista Izabela Hendrix, mudou completamente minha visão sobre a comuidade surda e eu quero compartilhar isso.
Os Surdos sinalizantes sentem-se completos, não lhes falta a audição. São perfeitamente capazes de se comunicar e se expressar, mas na língua de sinais.
Segue um relato extraído do documentário "Som e Fúria"
"Eu sou o primogênito
da família, e sou surdo. Jamais diria que preferiria ouvir.
Sou muito feliz com
a surdez. Quem iria querer mudar? No fundo do coração, sei que sou
assim.
Se me dessem uma
pílula que me fizesse ouvir, será que a engoliria? Jamais. Eu iria
a um hospital para vomitar e voltar a ser surdo. Eu quero ser surdo.
Quando meus três
filhos nasceram surdos também, eu pensei: “Que ótimo! Meus filhos
são como eu.” Comecei a fazer sinais para Heather, a mais velha,
quando ela ainda era um bebê de colo. Hoje, olho para ela e me
espanto. Aos cinco anos, já tem fluência nos sinais."
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