O crime de injúria racial só pode ser punido com representação do ofendido. Mas eu discordo.
Não vejo diferença expressiva entre a injúria racial e o roubo, por exemplo. Ambos tem um único prejudicado imediato, a vítima, mas tem potencial perturbador da ordem pública social.
Eu não sei na pele o que é sofrer injúria racial, mas fico extremamente perturbado com ofensa a negros, mesmo que genérica. Só que eu não posso representar porque não sou negro.
Vou dar um exemplo: Se algum filho de belial pendurar uma faixa na frente de sua casa com dizeres como "negros não prestam", não comete crime segundo nosso código penal. Isso me responderam dois professores especialistas em direito criminal.
Ao meu ver, a figura do ofendido não é necessária. É como o crime de incêndio: não demanda vítimas, apenas o perigo já justifica o tipo penal (art. 250 CP).
Quem sabe alguém apresenta essa sugestão a um senador ou deputado federal?
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
sábado, 14 de janeiro de 2017
A casa da vó Anna
Estou com tempo hoje à tarde. Me deu vontade de ver a minha vó Anna.
Ela sempre ficou feliz em me ver na sua casa. Todas as vezes encontrei café na garrafa e muito amor de vó.
Mas eu não posso ir na casa dela hoje.
Há três meses ela se sentiu muito mal e, a contragosto, foi para um hospital, depois outro e um terceiro, o Oncológico.
A vontade que eu tenho hoje à tarde é de ir no hospital pra visitar a minha vó Anna.
Nas últimas vezes em que eu estive lá, ela estava cansada do lugar e se sentindo mal, mas ficou feliz por me ver. Não é nada agradável ver nossa avó no leito de um hospital, mas ainda assim seria a melhor programação hoje.
Mas eu não posso vê-la no hospital hoje.
Na última vez que ela me viu no hospital, se queixou da comida sem tempero, muito diferente da sua. Alguém levou um salgadinho, ela ficou muito satisfeita. Fiquei alguns minutos e fui embora.
Na última visita, ela não me viu, estava dormindo. No dia seguinte, estava partindo.
Queria muito ir na casa dela hoje à tarde, tomar um café e receber seu amor de vó. Quereria até mesmo vê-la no hospital. Mas hoje não dá. Mesmo que eu tenha tempo, não a tenho mais.
Ela sempre ficou feliz em me ver na sua casa. Todas as vezes encontrei café na garrafa e muito amor de vó.
Mas eu não posso ir na casa dela hoje.
Há três meses ela se sentiu muito mal e, a contragosto, foi para um hospital, depois outro e um terceiro, o Oncológico.
A vontade que eu tenho hoje à tarde é de ir no hospital pra visitar a minha vó Anna.
Nas últimas vezes em que eu estive lá, ela estava cansada do lugar e se sentindo mal, mas ficou feliz por me ver. Não é nada agradável ver nossa avó no leito de um hospital, mas ainda assim seria a melhor programação hoje.
Mas eu não posso vê-la no hospital hoje.
Na última vez que ela me viu no hospital, se queixou da comida sem tempero, muito diferente da sua. Alguém levou um salgadinho, ela ficou muito satisfeita. Fiquei alguns minutos e fui embora.
Na última visita, ela não me viu, estava dormindo. No dia seguinte, estava partindo.
Queria muito ir na casa dela hoje à tarde, tomar um café e receber seu amor de vó. Quereria até mesmo vê-la no hospital. Mas hoje não dá. Mesmo que eu tenha tempo, não a tenho mais.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Bíblia comprovada pela ciência #1
Há quem duvide que o homem pode ter sido um dia imortal, como a Bíblia diz no Gênesis. Certamente muitos cientistas aceitavam que tudo o que é vivo tem de morrer e que sempre foi assim.
Mas eis que a Bíblia prevalece de novo! A imortalidade não apenas é possível como é real para uma espécie de água viva.
Leia:
http://super.abril.com.br/ciencia/imortalidade/ via Superinteressante
Mas eis que a Bíblia prevalece de novo! A imortalidade não apenas é possível como é real para uma espécie de água viva.
Leia:
http://super.abril.com.br/ciencia/imortalidade/ via Superinteressante
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Nós somos a nossa história
Se eu não tivesse nascido lá
Com aquela luz grossa da cidade
Com aquele suar de mangueiras e...
Seria outra pessoa, não seria eu.
Porque nós somos a nossa história.
Ferreira Gullar, programa Roda Viva, em 28/02/2011
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